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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

XIV Semana Catequética da Paróquia do Ipu

Tema: A Paróquia e a Iniciação a Vida Cristã.
                A Paróquia do Ipu reúne seus catequistas para a realização de mais uma semana catequética.
                A semana catequética é uma oportunidade de aprofundarmos o nosso conhecimento nos documentos da Igreja e na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É um momento oportuno para aprendermos fazendo com alegria, perseverança e esperança de que juntos, através de conhecimentos e práticas iluminadas pelo Espírito Santo, podemos transformar a nossa sociedade em uma sociedade mais justa e mais fraterna.
Nos últimos anos a catequese mudou significativamente e por mais que não queiramos precisamos mudar nossa maneira de pensar, de falar, de agir. Não é mais possível nos prendermos aos métodos tradicionais de fazer Catequese. O mundo está evoluindo muito rápido e a Igreja não pode parar. As tecnologias, os transportes e muitas outras coisas se desenvolvem tão rápido que em uma mesma geração quem não se renova acaba ficando ultrapassado! A única coisa que não avançou foi a espiritualidade do ser humano, pois a cada dia vemos mais depressivo, depreciado, afligido e incapaz, distante de Deus. E qual a razão de tudo isto? A briga entre si do ser humano.
A Catequese não pode ficar alheia a esta realidade. Jesus disse: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).  Penso que a catequese não seja uma tarefa opcional, mas, sim, uma missão imperativa, intransferível e inadiável. Antes o mundo não tinha Jesus por que ninguém o conhecia. Hoje, porque ninguém se entende.
Não basta aprender a doutrina, buscar os sacramentos... É necessário um mergulho no mistério, viver uma vida sacramental onde a presença de JESUS seja constante. Não se trata, portanto, de “aprender coisas”, mas de aderir a um projeto de vida e este projeto de vida chama-se “Vida Cristã”.
Não é uma nova catequese que precisamos. O que precisamos é uma nova maneira de catequizar. O que é mais impressionante é que a nova maneira de catequizar para nós é um resgate do estilo catecumenal vivido pelos primeiros cristãos. Pode ser novo para nós, mas, para a igreja é o modelo adequado e vivido pelos cristãos desde os primeiros séculos.
A XIV Semana Catequética aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de agosto, na semana das vocações laicais culminando com o dia dos catequistas.
No dia 26 fizemos a abertura com uma rápida leitura memorial dos últimos 10 anos em que esta coordenação atual na catequese Paroquial. O Pároco, Padre Raimundo Nonato assumiu a direção do encontro iniciando com uma manhã de espiritualidade. Os Destaques desta manhã de espiritualidade foram O ser do catequista como vocação e ministério; o saber e o saber fazer; o compromisso do catequista; e por fim alguns pontos de reflexão como: Que tipo de catequista eu sou? Qual quero ser? Foi apenas uma manhã, mas um combustível necessário na espiritualidade dos nossos catequistas. Despertou nossa sensibilidade para a riqueza que iriamos receber.
Na parte da tarde do mesmo dia o Padre Nonato fez uma abordagem da catequese tradicional nos falando da formação das famílias em nossa região, as mudanças nos atos familiares diante do processo de industrialização e os afetos causados nos relacionamentos, atualizando a história da igreja até os dias de hoje. Falou da velocidade com que as informações são processadas, as verídicas e as falsas, o perigo de quem não se atualiza e a mudança drástica na maneira de catequizar para quem não quis acompanhar o novo do Espírito Santo. Na verdade a catequese ainda continua exatamente como Jesus nos ensinou. Nós é que ficamos viciados nas dificuldades vividas pelos nossos antepassados.
No dia 27 nosso Pároco fez uma abordagem experiencial da catequese renovada, documento 26 da CNBB, modelo de catequese ainda hoje vivida em todo País. Não dava para fazer um estudo do documento inteiro por isso, ele fez um breve resumo dos pontos básicos, colocando em destaque os rumos, princípios, exigências, temas e perspectivas da catequese; a afirmação é de que a catequese é um processo de educação comunitária; a certeza de que ela é permanente, progressiva, ordenada, orgânica e sistemática da fé; mostrou a finalidade da catequese é a maturidade da fé, já na terra e termina na eternidade; a obrigação de invocarmos sempre o Espírito Santo, primeiro agente da Evangelização e a necessidade de pedirmos a proteção materna de  N. S. Aparecida, grande catequista, aquela que sustenta a fé e a esperança do povo.

No final da tarde celebramos com nossos catequizandos na capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.
Dia 28 foi entregue o V capítulo do documento 97, estudo da CNBB para o processo de Iniciação a Vida Cristã. Fez uma breve explanação, despertando a curiosidade para uma leitura aprofundada por parte dos catequistas.
Com uma pequena participação de minha parte, juntos atualizamos o documento catequético dos nossos grupos de catequese. Este documento você pode ver neste link Catequese de Iniciação a Vida Cristã na Paróquia São Sebastião no Ipu


Comemoramos o dia do catequista e consecutivamente 10 anos com a mesma coordenação. Já foram muitas vitórias! O bom é que após cada formação como esta eu descubro que ainda temos muito o que fazer.
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quarta-feira, 16 de março de 2016

Música - Glória- Missa da Catequese - Tempo da Páscoa


Glória

1. Glória a Deus, o Criador. Rei dos céus, a ti louvor 
És bendito e adorado, Poderoso Pai amado!

REF.: E muita paz na terra aos seus amados! (bis)

2. Jesus Cristo, ó Senhor, És o Santo, o Salvador. 
Filho único exaltado E Senhor ressuscitado.

3. Filho de Deus, piedade, Ouve-nos por caridade. 
Com o Espírito Divino Glória sempre ao Deus Trino.


Missa da Catequese - Glória - Tempo Pascal
Crianças e catequistas, aprendam esta música - Tempo da Páscoa - Perdão - Veja letra e partitura aqui
Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Segunda, 14 de março de 2016
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segunda-feira, 14 de março de 2016

Música - Perdão - Missa da Catequese - Tempo da Páscoa


AS CRIANÇAS CANTAM A PÁSCOA E PENTECOSTES 
PEQUENOS CANTORES DE CURITIBA – Vila Verde – PR
Regência: Ir. Custódia Maria Cardoso - CIIC

1. Jesus queremos pedir: 
Fique sempre bem perto de nós o teu perdão. 

REF.: Senhor, cuida de nós! Senhor, cuida de nós! 
Senhor, piedade de nós! (bis)

2. Ó Cristo, queremos ouvir 
A Palavra que ensina a amar Deus no irmão.

3. Jesus, queremos seguir 
O caminho que leva à vida, à ressurreição.

Crianças e catequistas, aprendam esta música - Tempo da Páscoa - Perdão - Veja letra e partitura aqui

Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Segunda, 14 de março de 2016

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domingo, 13 de março de 2016

Música - Entrada - Missa da Catequese - Tempo da Páscoa

CD AS CRIANÇAS CANTAM A PÁSCOA E PENTECOSTES 
PEQUENOS CANTORES DE CURITIBA – Vila Verde – PR - Regência: Ir. Custódia Maria Cardoso - CIIC


Cânticos para a Missa da Catequese - Tempo da Quaresma - Ofertório - Veja letra e partitura aqui
Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Domingo, 13 de março de 2016

Ref.: Hoje é dia de festa e alegria!
Vem cantar, vem cantar:
É a festa da ressurreição!

1. O mais santo de todos os dias
É a Páscoa da ressurreição!

2. A vitória de Cristo Jesus,
Do amor, da justiça e perdão.

3. Este dia é promessa de vida,
Muita paz venha ao teu coração.

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sexta-feira, 11 de março de 2016

As Obras de misericórdia espirituais

Obrigado, meu Jesus, porque quiseste fazer--te perfeito Homem, com um Coração amante e amabilíssimo, que ama até à morte e sofre; que se enche de júbilo e de dor; que se entusiasma com os caminhos dos homens, e nos mostra o que nos leva ao Céu; que se sujeita heroicamente ao dever, e se guia pela misericórdia; que vela pelos pobres e pelos ricos; que cuida dos pecadores e dos justos...
Obrigado, meu Jesus, e dá-nos um coração à medida do Teu!
S. Josemaria, Sulco, 813

As Obras de misericórdia espirituais: breve explicação

1) Dar bom conselho
Um dos dons do Espírito Santo é o dom do conselho. Por isso, quem desejar um bom conselho deve, primeiramente, estar em sintonia com Deus, pois não se trata de dar opiniões pessoais, mas de aconselhar bem a quem necessita de um guia.

2) Ensinar os ignorantes
Consiste em ensinar os ignorantes em qualquer matéria: também sobre temas religiosos. Este ensino pode ser levado a cabo através de escritos ou da palavra, por qualquer meio de comunicação ou diretamente.
Como diz o Livro de Daniel, “os que ensinam a justiça ao povo, brilharão como as estrelas pela eternidade sem fim” (Dan 12, 3b).

3) Consolar os aflitos
O consolo para o triste, para aquele que passa por alguma dificuldade é outra obra de misericórdia espiritual.
Muitas vezes, irá a par com dar algum bom conselho que ajude a superar essas situações de dor ou tristeza. Acompanhar os nossos irmãos em todos os momentos, mas principalmente nos mais difíceis, é pôr em prática o comportamento de Jesus que se compadecia com a dor alheia. Um exemplo vem no evangelho de S. Lucas. Trata-se da ressurreição do filho da viúva de Naim: “Quando estavam perto da porta da cidade, viram que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva; e, a acompanhá-la, vinha muita gente da cidade. Vendo-a, o Senhor compadeceu-se dela e disse-lhe: «Não chores.» Aproximando-se, tocou no caixão, e os que o transportavam pararam. Disse então: «Jovem, Eu te ordeno: Levanta-te!». O morto sentou-se e começou a falar. E Jesus entregou-o à sua mãe” (Lc 7, 12-16).

4) Corrigir os que erram
Esta obra de misericórdia refere-se acima de tudo ao pecado. De facto, outra maneira de formular esta obra é: Corrigir o pecador.
A correção fraterna é explicada pelo próprio Jesus no evangelho de S. Mateus: “Se o teu irmão pecar, fala com ele a sós para o corrigir. Se te escutar, ganhaste o teu irmão” (Mt 19, 15-17).

Devemos corrigir o nosso próximo com mansidão e humildade. Muitas vezes será difícil fazê-lo, mas, nesses momentos, podemos lembrar-nos do que diz o apóstolo S. Tiago no final da sua Carta: “aquele que converte um pecador do seu erro salvará da morte a sua alma e obterá o perdão de muitos pecados.” (St 5, 20)

5) Perdoar as injúrias
No Pai Nosso dizemos: “Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”, e o mesmo Senhor esclarece: “se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas” (Mt 6, 14-16).
Perdoar as ofensas superar a vingança e o ressentimento. Significa tratar amavelmente a quem nos ofendeu.
O melhor exemplo de perdão no Antigo Testamento é o de José, que perdoou aos irmãos o terem tentado matá-lo e depois vendê-lo. “Não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós próprios, por me terdes vendido para este país; porque foi para podermos conservar a vida que Deus me mandou para aqui à vossa frente” (Gen 45, 5).
E o maior perdão do Novo Testamento é o de Cristo na Cruz, que nos ensina que devemos perdoar tudo e sempre: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23, 34).

6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
A paciência face aos defeitos dos outros é virtude e é uma obra de misericórdia. No entanto, há um conselho muito útil: quando o suportar esses defeitos causa mais dano que bem, com muita caridade e suavidade, deverá fazer-se uma advertência.

7) Rezar a Deus por vivos e defuntos
S. Paulo recomenda rezar por todos sem distinção, também por governantes e autoridades, pois “Ele quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (ver 1 Tm 2, 2-3).

O Papa Francisco pede a todos os cristãos e às pessoas de boa vontade que rezem especialmente pelos cristãos perseguidos. Podemos examinar-nos como secundamos este desejo do Papa, para que os nossos irmãos na fé sintam o consolo da nossa oração.
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As Obras de misericórdia corporais

As Obras de misericórdia corporais: breve explicação

S. Mateus apresenta a narração do Juízo Final (Mt 25, 31-36). Naquele tempo Jesus disse aos seus discípulos: “Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos. O Rei dirá, então, aos da sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo. Então, os justos vão responder-lhe: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?’ E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: ‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes. Em seguida dirá aos da esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me. Por sua vez, eles perguntarão: ‘Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?’ Ele responderá, então: ‘Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer”. Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.”

1) Dar de comer a quem tem fome e 2) dar de beber a quem tem sede.
Estas duas complementam-se e referem-se à ajuda que devemos disponibilizar em alimentos e outros bens aos mais necessitados, àqueles que não têm o indispensável para comer em cada dia.
Jesus, segundo o Evangelho de S. Lucas , recomenda: “Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos faça o mesmo” (Lc 3, 11).

3) Acolher os peregrinos.
Em tempos antigos dar pousada aos viajantes era um assunto de vida ou de morte, pelas dificuldades e riscos das caminhadas e viagens. Não é o normal hoje em dia. Mas, mesmo assim, poderia acontecer recebermos alguém em nossa casa, não por pura hospitalidade de amizade ou família, mas por alguma verdadeira necessidade.

4) Vestir os nus.
Esta obra de misericórdia dirige-se a aliviar outra necessidade básica: o vestuário. Muitas vezes é-nos proporcionada com as recolhas de roupa que se fazem nas paróquias e noutros centros. Ao entregar a nossa roupa é bom pensar que podemos dar o que nos sobra ou já não nos serve, mas também podemos dar do que ainda nos é útil.
A carta de S. Tiago propõe-nos sermos generosos: “Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: «Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome», mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará?” (St 2, 15-16).


5) Cuidar dos doentes
Trata-se de uma verdadeira atenção para com os doentes e idosos, tanto no aspeto físico, como em lhes proporcionar um pouco de companhia.
O melhor exemplo da Sagrada Escritura é o da parábola do Bom Samaritano que curou o ferido e, ao não poder continuar a cuidar dele diretamente, confiou os cuidados que necessitava a outro em troca de pagamento (ver Lc 10, 30-37).

6) Visitar os presos
Consiste em visitar os presos e prestar-lhes não só ajuda material, mas também assistência espiritual que lhes sirva para melhorar como pessoas, emendar-se, aprender a desenvolver um trabalho que lhes possa ser útil quando terminarem o tempo que lhes foi imposto pela justiça, etc.
Significa também resgatar os inocentes e sequestrados. Em tempos antigos os cristãos pagavam para libertar escravos ou se trocavam por prisioneiros inocentes.


7) Enterrar os mortos
Cristo não tinha lugar onde repousar. Foi um amigo, José de Arimateia, que lhe cedeu o seu túmulo. Mas, não apenas isso, teve a valentia para se apresentar ante Pilatos e pedir-lhe o corpo de Jesus. Nicodemos também participou e ajudou a sepultá-lo. (Jo 19, 38-42)
Enterrar os mortos parece um mandato supérfluo, porque, de facto, todos são enterrados. Mas, por exemplo, em tempo de guerra, pode ser um mandato muito exigente. Por que é importante dar sepultura digna ao corpo humano? Porque o corpo humano foi morada do Espírito Santo. Somos templos do Espírito Santo (1 Cor 6. 19).
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O que são e quais são as obras de misericórdia.

              Nós, Cristãos precisamos descobrir o mistério da misericórdia. Ele é fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado” Papa Francisco, Bula Misericordiae Vultus.
            As obras de misericórdia são as ações caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem teto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus.
Catecismo da Igreja Católica, 2447.

                  É meu vivo desejo que o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemos ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.
Papa Francisco, Bula Misericordiae Vultus.

                      A misericórdia não se limita a uma simples atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a superabundância da caridade que, ao mesmo tempo, traz consigo a superabundância da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e divinamente repassado por um amor rijo, sacrificado e generoso. Assim glosa S. Paulo a caridade no seu canto a esta virtude: A caridade é paciente, é benéfica; a caridade não é invejosa, não atua precipitadamente; não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não pensa mal dos outros, não folga com a injustiça, mas compraz-se na verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
S. Josemaria, Amigos de Deus, 232
                
                            São 14 as obras de misericórdias, sendo que 7 são espirituais e 7 corporais. Para conhecer melhor clique em cada uma.

a) Obras de Misericórdia corporais
1-Dar de comer a quem tem fome;
2-Dar de beber a quem tem sede;
3-acolher os peregrinos;
4-vestir os nus;
5- visitar os doentes; 
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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Música - Ofertório - Missa da Catequese - Tempo da Quaresma

CD - Liturgia I Cantos Litúrgicos  PAULUS Música

Comunhão
Reunidos nesta ceia do Senhor, louvemos, louvemos O nosso Redentor! (bis)
1. Quem nasceu menino e se fez homem, Sendo Deus?
Foi Jesus, o nosso Redentor,
Quem veio ensinar o bom caminho para nós? Foi Jesus, o nosso Redentor!
Refrão: Reunidos nesta ceia do Senhor...
2 Quem veio buscar a ovelhinha extraviada?
Foi Jesus, o nosso Redentor
Quem falou que o céu pertence a nós,
Os pequeninos?
Foi Jesus, o nosso Redentor.
Refrão: Reunidos nesta ceia do Senhor...
3 Quem curou doentes E aos cegos deu visão?
Foi Jesus, o nosso Redentor.
Quem sofreu até morrer, na cruz,
Pra nos salvar?
Foi Jesus, o nosso Redentor.
Refrão: Reunidos nesta ceia do Senhor
4 Quem ressuscitou
E foi glorioso para o céu?
Foi Jesus, o nosso Redentor.
Quem, na eucaristia.
Está sempre entre nós?
É Jesus, o nosso Redentor.
Refrão: Reunidos nesta ceia do Senhor...


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Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Sábado, 27 de fevereiro de 2016

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Música - Ofertório - Missa da Catequese - Tempo da Quaresma

CD - Liturgia I Cantos Litúrgicos  PAULUS Música



Ofertório

I. Senhor, eu te ofereço a tristeza que eu sinto quando vejo o meu irmão chorar.

Senhor, eu te ofereço a alegria que eu sinto quando vejo meu irmão cantar!

2 Neste pão e neste vinho Coloco o meu coração,

É pequeno, mas já sabe querer bem. É pequeno, mas já sabe escolher o bem (bis>.

(

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)

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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Música - Entrada - Missa da Catequese - Tempo da Quaresma

CD - Liturgia I Cantos Litúrgicos  PAULUS Música


Entrada

Refrão: Há uma luz lá na estrada,

Uma luz lá na montanha, uma luz no mar:

É Jesus que ilumina o meu caminho.

É Jesus a me guiar,

Sigo com Jesus até a cruz,

Cruz dê glória, cruz de salvação?

Caminhando com Jesus na Paixão,

Estarei com ele na Ressurreição!


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Música - Ato penitencial - Missa da Catequese - Tempo da Quaresma

CD - Liturgia I Cantos Litúrgicos  PAULUS Música



Perdão

Quando menti, eu me afastei de ti:

Perdão, Senhor! Perdão, Senhor!

Desobedeci e me afastei de ti:

Perdão, Senhor! Perdão, Senhor!

Quando magoei o meu irmão,

Fui pra longe, bem longe, bem longe de Ti!

Mas eu quero voltar, por isso estou aqui.

Perdão, Senhor! Perdão, Senhor!



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Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Domingo, 21 de fevereiro de 2016

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Música Salmo de meditação missa da catequese

CD - Liturgia I Cantos Litúrgicos  PAULUS Música


1. A rosa é tão bonita,

Enfeita o meu Jardim.

Quem perfumou minha rosa, também, também cuidará de mim.

Refrão: Quem veste os Lírios do campo e alimenta as aves do céu,

Também cuidará de mim!

Também cuidará de mim! (bis).

2. Nas asas mais pequeninas, Desenhos e cores mil!

Quem coloriu borboletas, também, também cuidará de mim.

Refrão: Quem veste os lírios do campo







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domingo, 31 de janeiro de 2016

O que é catequese.

A palavra catequese vem do latim “Catechese” e do grego “ katéchesis”, e significa: “Instrução metódica e oral sobre coisas religiosas ou Doutrinação”. Se pesquisarmos mais a fundo descobriremos que catequizar é: Doutrinar sobre questões sociais… Procurar convencer; aliciar… Introduzir no conhecimento ou na participação de alguma coisa; iniciar. Neste caso, catequese é o ato ou efeito de iniciar alguém em uma determinada doutrina.
Se catequese significa instrução do latim instructione , então catequese também é passar conhecimentos adquiridos; cultura, saber, ciência… Catequese aqui significa ensinar a viver baseado em conhecimentos adquiridos ao longo dos anos. Os povos sempre fizeram catequese passando seus conhecimentos e culturas, transmitindo à novas gerações, suas crenças e suas descobertas, contando as histórias de seus antepassados e como fizeram para progredirem e viverem melhor. Em outras palavras Catequese também é história.


Muita gente pensa que história é coisa de escola, uma matéria que obriga a decorar nomes, datas... Mas história é muito mais que isso. Quer ver? Toda pessoa tem sua história. Você conhece a sua história? Experimente, na sua família ou com seus colegas, fazer uma rodada de recordações. Vão aparecer histórias novas e antigas, alegres e tristes. Alguns fatos lembrados até ajudam a esclarecer dificuldades de hoje. A história vem do grego historía, pelo latim historia e significa: Narração ordenada dos acontecimentos extraordinário ocorridos na vida dos povos, em particular, e na vida da humanidade, em geral de acontecimentos, de ações, e de uma forma cronologicamente dispostos. É relembrar fatos importantes da vida, que nos ajudam a entender o presente e a agir melhor. É importante recordar a história da nossa própria vida, da nossa família, da comunidade, do povo... Conhecendo a história de alguém, aprendemos a respeitar seu jeito de ser e de pensar. Aprender e ensinar história nos faz mudar nosso jeito de encarar as situações.
O povo esta perdendo suas raízes, suas crenças e suas culturas. Não se contam mais histórias de pai para filho, e catequese perdeu seu verdadeiro sentido. Hoje, para muitos catequese é ensinar doutrina de uma determinada religião…
A Bíblia é a história de um encontro entre um Pai-Deus e seus filhos. Esse encontro não se deu de uma só vez. Foram várias etapas, como: a libertação dos Israelitas que eram escravo no Egito… a busca da terra prometida, onde todos teriam direito a trabalhar e a viver… a opressão do povo pelos reis em sua própria terra e por impérios estrangeiros… a resistência sob a liderança dos profetas, que relembravam ao povo o momento mais forte da história toda, a libertação do Egito.


Se você prestar atenção, acabamos de contar parte da história do povo hebreu que a fonte histórica foi a Bíblia, e ao mesmo tempo fizemos catequese. Deus é o Deus da vida. Ele está presente nas lutas, e dificuldades do dia-a-dia, amparando e guiando-nos para a libertação total. Deus é o Deus da história. E o que fizemos aqui? Fizemos catequese. Portanto meu irmão não esqueça a sua história, conte para seus filhos, netos, bisnetos... você estará fazendo uma ótima catequese e ao mesmo tempo escrevendo sua história nas páginas da vida dos seus filhos, netos... Osorio Soares.


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Projeto da Catequese de Ipu para 2016

A FAMÍLIA: é o berço da fé, o qual deve favorecer o desabrochar das dimensões da vida cristã.
A CATEQUESE: desenvolve a fé inicial do batismo até à maturidade, cuja medida é Cristo.
A Família é chamada a ser o Santuário da Vida e por isso é o lugar privilegiado para exalar o amor. Sabemos que a família hoje vive as ameaças da sociedade influenciada pelo consumismo, relativismo, ateísmo, individualismo, utilitarismo, subjetivismo e hedonismo (culto ao prazer).
O mundo hoje é plural, mas também fragmentado. As ciências e as tecnologias se desenvolveram tanto que acabam passando por cima dos princípios da ética e da religião. E quem acaba sofrendo os impactos da sociedade pós-moderna é a família que vive mergulhada num mundo secular cheio de dramas. As pressões do mundo globalizado são tantas que a família fica num beco sem saída. As pessoas falam tanto em religião mas querem ser igreja a sua maneira.
Diante destas e de tantas outras realidades queremos em 2016 aproximar a família da igreja tendo como base a educação da fé de seus filhos.
Desde 2014 implantamos na Paróquia o processo de iniciação a vida cristã das crianças:
  Desejamos aperfeiçoar o processo dentro do esquema litúrgico da igreja para 3 anos: A, B e C.
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Espiritualidade da catequese

Desta forma, a espiritualidade da catequese brota da vida em Cristo, que se alimenta na ação litúrgica e se expressa a partir da própria atividade de educadora da fé, da mística daquele que está a serviço da Palavra de Deus. É uma espiritualidade bíblica, litúrgica, cristológica, trinitária, eclesial, mariana e encarnada na realidade do povo. DNC 13
Desde 2014 a Catequese Infantil da Paróquia do Ipu vem desenvolvendo o Processo de Iniciação a Vida Cristã, apelo da igreja no brasil (Diretório Nacional de Catequese - 2005, Documento de Aparecida 2007, o Estudo da CNBB 97, Iniciação à Vida Cristã, fruto da última Assembleia e lançado durante a III SBC em 2010, DGAE 2011-2015 e 2015-2019 Igreja: casa da Iniciação à vida cristã). Neste processo, vivemos a espiritualidade pascal, ao longo do ano litúrgico, como caminho de inserção gradativa no mistério pascal de Cristo, a espiritualidade penitencial ou de conversão mediante a celebração do sacramento da Reconciliação. DNC 122; DNC 49; RICA 8

A grande maioria de nossos catequistas é constituída de leigos, sobretudo mulheres. Levando em conta a sua realidade de leigo, buscamos despertar também uma espiritualidade própria, o engajamento familiar, comunitário, social, político... DNC 258.  Transformando-os em  pessoas de espiritualidade, que quer crescer em santidade. O catequista coloca-se na escola do Mestre e faz com Ele uma experiência de vida e de fé. Alimenta-se das inspirações do Espírito Santo para transmitir a mensagem com coragem, entusiasmo e ardor. “Esta é a vida eterna: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que enviaste” (Jo 17,3). Nutre-se da Palavra, da vida de oração, da Eucaristia e da devoção mariana. Falará mais pelo exemplo do que pelas palavras que profere (cf. CR 146). A verdadeira formação alimenta a espiritualidade do próprio catequista, de maneira que sua ação nasça do testemunho de sua própria vida. DNC 264. 
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