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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Mensagem de Gratidão ao Padre Nonato

Ipu, 13 de fevereiro de 2017

Meu querido Pastor, confessor, Pai espiritual e amigo Padre Nonato,

Tentei improvisar no dia da missa das crianças, mas as palavras não saíram, travou a mente e as expressões ficaram presas no inconsciente do desejo de não me pronunciar. Seriam tantas as coisas que eu gostaria de dizer... e que ainda hoje insistem em não sair porque na verdade querem é ficar. Não foi só pela ação pastoral pois, nossas vidas pessoal, espiritual e social caminham lado a lado e em todas elas tive o prazer de ter um toque de sua bondade. Pode ser que para muitos serão palavras sem sentido, mas elas representam o que eu estou sentindo.
Que a vida tem contrários que a gente não entende e fica difícil de aceitar! Que tudo o que recebemos de graça tem seu preço e tantas vezes nos custa tão caro que não dá para paga-lo, pois, o valor é uma saudade que insiste em chegar antes do tempo e a distância em que nos encontramos parece ser infinita, porque o amor que nos une hoje irá nos separar... não do coração e nem de nossas lembranças, já que estes são os maiores presentes que recebemos de vós.
Ah, o Amor! Este é poderoso. Seu poder, quando bem aproveitado, prolonga as distâncias e nos inebria, fazendo-nos acreditar que o chegar não chegará nunca e nem terá nenhuma importância quando chegar se tivermos aproveitado o ir, sem destino, sem tréguas, sem tempo para descansar, em passos sem pressa, aproveitando o encanto de ir, mas acima de tudo, o prazer de ter a sua companhia, que mesmo sem estar tão presente sempre se fez presente.
O que fazer quando não sabemos como fazer? Houve momentos em que desejei parar de servir. E sem saber você me ensinou que o serviço só serve para quem serve quando não é desejado, e que as resoluções que eu buscava estavam nas dificuldades que surgiam, e que eu só conseguiria resolvê-las se fossemos problema. E foi duvidando dos meios que o senhor me direcionava que comecei a acreditar no fim que teria a minha vida. O pouco que estavas me dando era tudo o que eu precisava para multiplicar decisões. As sombras da minha vida foram dissipadas pela luz de Jesus refletidas em suas palavras, gestos e até mesmo no seu calar.
As sementes que o Senhor semeou ontem são os frutos que colhemos hoje. Destes frutos convido nossas pequenas catequistas para cantarem comigo esta música que o Roberto Carlos fez pensando em Cristo. Nós o homenageamos com esta melodia porque vemos em você um reflexo do Senhor Jesus.
 Um certo dia um homem esteve aqui
Tinha o olhar mais belo que já existiu
Tinha no cantar uma oração.
E no falar a mais linda canção que já se ouviu.

Sua voz falava só de amor
Todo gesto seu era de amor
E paz, Ele trazia no coração.

Ele pelos campos caminhou
Subiu as montanhas e falou do amor maior.
Fez a luz brilhar na escuridão
O sol nascer em cada coração que compreendeu

Que além da vida que se tem
Existe uma outra vida além e assim...
O renascer, morrer não é o fim.

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir


Eu sei que Ele um dia vai voltar
E nos mesmos campos procurar o que plantou.
E colher o que de bom nasceu
Chorar pela semente que morreu sem florescer.

Mas ainda há tempo de plantar
Fazer dentro de si a flor do bem crescer
Pra Lhe entregar
Quando Ele aqui chegar

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir

Tudo que aqui Ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
E o caminho certo pra seguir
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domingo, 29 de janeiro de 2017

Início da Catequese 2017 no Processo de Iniciação a Vida Cristã

Iniciamos neste sábado, 28 de janeiro de 2017, as inscrições da catequese da Paróquia do Ipu, no Processo de Iniciação a vida cristã, na Paróquia do Ipu. Nosso tema da Iniciação à Vida Cristã para o Ano Mariano é: “Com Maria faremos tudo o que Ele Nos pedir! João 2, 5. Não é um tema novo, mas o desdobramento do Diretório Nacional de Catequese (2005), de Aparecida (2007: uma Igreja em estado de missão), da Missão Continental (2008)... e tantos apelos atuais da Igreja, colocando em evidência a catequese cristocentrica.
Por Iniciação Cristã se entende o processo pelo qual alguém é incorporado ao mistério de Cristo Jesus; não se reduz à catequese, mas inclui, sobretudo a ação celebrativo-litúrgica. A catequese é um elemento, o mais longo e importante, do complexo processo pelo qual alguém é iniciado à fé cristã. Teologicamente falando a verdadeira iniciação se dá na celebração dos sacramentos do Batismo, Eucaristia e Crisma, chamados justamente, a partir do século XIX, de Sacramentos da Iniciação. Trata-se de uma iniciação que poderíamos chamar de sacramental. A estrutura catequética está em função dessa iniciação sacramental e vital.
Diante de tantas dificuldades que a catequese enfrenta todos os anos com afastamento de crianças após a primeira Eucaristia, sentimos a urgência de desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo kerygma e guiado pela Palavra de Deus, permita um encontro pessoal cada vez maior com Jesus Cristo, experimentado como plenitude da humanidade e que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos. Em outras palavras, um verdadeiro discípulo de Jesus.
Este trabalho tem dado certo. Com o apoio do nosso Pároco, os encontros de catequese culminando com a santa missa na catequese tem despertado a vontade de servir  a Jesus. Após receber sua primeira comunhão as crianças retornam a catequese buscando dar seguimento a este processo.
Na Paróquia são feitas ao mesmo tempo, inscrições de crianças com idade de catequese em todas as comunidades catequizadoras da Paróquia, até mesmo nas capelas. Neste primeiro dia foi muito gratificante ver a quantidade de pais trazendo seus filhos para colocar na catequese. As inscrições ficarão abertas até o dia 15 de fevereiro. No Patronato Sousa Carvalho, sede da coordenação paroquial e casa de catequese, foram formadas duas turmas de primeira fase e duas turmas de segunda fase, restando poucas vagas. Os Pais que ainda não inscreveram seus filhos devem procurar imediatamente o centro catequético de sua comunidade para renovar ou fazer a inscrição dos seus filhos, pois o número de vagas é limitado devido a falta de catequistas. Os pais devem levar um documento de identificação e no ato da inscrição adquirir ou fazer o  pedido do material pedagógico catequético a saber:
·         Para crianças que tenham 7 anos completos o material é um caderno de atividades. Chamamos esta fase de PRÉ CATECUMENATO ou Querígma. Este é o PRIMEIRO TEMPO da catequese dentro do processo de iniciação a vida cristã.
·         Para crianças acima de 8 anos o material é uma apostila “Catequese na Infância” e o livro de orações “Orações do Cristão”. Esta é a primeira fase do SEGUNDO TEMPO da Catequese chamada de CATECUMENATO.
·         Para crianças de 9 anos ou mais o material é uma apostila “Catequese Eucarística”, o livro de orações “Orações do Cristão” e o “Evangelho”. Esta é a segunda fase do SEGUNDO TEMPO da Catequese chamada de CATECUMENATO.
·         Para as crianças que já fizeram a sua primeira Eucaristia a igreja apresenta um vasto campo de trabalho no serviço ao Reino de Deus.
o    INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONÁRIA
o    CATEQUISTA MIRIM
o    COROINHAS
o    CORAL DA CATEQUESE






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domingo, 25 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal e Ano Novo para os Catequistas


Acordei hoje, pleno  dia de Natal,  com uma vontade imensa de dar um presente ao aniversariante, Jesus Cristo afinal, além de aniversariante é meu maior amigo.
Sai cedo de casa, sozinho, rumo a festa do aniversariante e pensando: Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. Natal de Jesus. Celebramos com entusiasmo todos os aniversariantes que conhecemos, damos presentes... e para Jesus, qual o presente ideal?
É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança e que ELA venha fazer morada dentro de nossos corações.
Por um tempo parei e refleti: Que presente poderia ser melhor do que a minha vida? A minha Família estando ao SEU serviço? E a ajuda de tantos amigos que se unem a nós para fazer acontecer o SEU Reino aqui na terra?
Então decide e ofereci a Jesus o conteúdo de minha reflexão.
Queridos catequistas, que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade. Refaça seus planos, reconsidere os equívocos e retome o caminho para uma vida cada vez mais feliz, junto a Jesus e todas as criancinhas queridas DELE. Queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último... como se cada criança de nossa catequese fosse o menino Jesus. Queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
E neste Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo. Recomeçar nosso processo de Iniciação a Vida Cristã a começar pela nossa própria convicção.

                Feliz Natal e Feliz Ano Novo Cristão.
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sábado, 24 de dezembro de 2016

Mensagem de natal 2016

Vivemos a procura de tantas coisas e esquecemos o essencial que vive a nossa procura. Onde está Aquele que nos amou primeiro? ... Qual o espaço que ELE ocupa em nosso coração? ... Qual o grau de parentesco que temos com ELE? ... Onde armamos a nossa manjedoura? ...
A primeira coisa que o Natal nos chama a fazer é isto: dar glória a Deus, porque Ele é bom, é fiel, é misericordioso. Que possamos rezar com amor o salmo 118:
Aleluia. Louvai ao Senhor, porque ele é bom;
porque eterna é a sua misericórdia.
Diga agora a minha casa: Eterna é sua misericórdia.
Proclame  minha família: Eterna é sua misericórdia.
E vós, que temeis o Senhor, repeti: Eterna é sua misericórdia.
Hoje celebramos o Natal de Jesus. O Filho de Deus nasceu: tudo muda. O Salvador do mundo vem para se tornar participante da nossa natureza humana: já não estamos sós e abandonados. Deus está ao nosso lado. ELE se fez “O Deus Conosco”.  Que cada um possa sentir esta presença inigualável de Deus ao nosso lado... mas, você só poderá ver com os olhos da Alma, do coração... portanto feche os seus olhos, sinta esta presença Real... Deixa Jesus te abraçar... (Se quiser podem continuar com os olhos fechados)
Você que é Pai, Mãe, sabe o quanto é maravilhoso abraçar uma criança. Abrace este menino Jesus que acabou de nascer. Sinta o Perfume da Esperança que nasce... Sinta a Macieza da Paz que nos espera... Sinta a Ternura do AMOR nos envolvendo.
Em Jesus manifestou-se a graça, a misericórdia, a ternura do Pai: Deus é AMOR Sublime, Perfeito... Jesus é o Amor feito carne. Ame, sem distinção.
O dom precioso do Natal é a paz, e Cristo é a nossa paz verdadeira. Cristo bate à porta dos nossos corações para nos conceder a paz, a paz da alma. Abramos as portas a Cristo!”
Como acolhemos a ternura de Deus? Deixo-me alcançar por Ele, deixo-me abraçar, ou impeço-lhe de se aproximar? ‘Oh não, eu procuro o Senhor!’ – poderíamos replicar. Porém a coisa mais importante não é procurá-Lo, mas deixar que seja Ele a procurar-me, a encontrar-me e a cobrir-me amorosamente das suas carícias. Esta é a pergunta que o Menino nos coloca com a sua mera presença: permito a Deus que me queira bem?
Agora, abrace a todos que você puder alcançar. Saia do seu comodismo, do seu conforto e vá o encontro do outro. Leve este Deus que está dentro de você. Mas, não esqueça que Deus também está dentro do outro, receba-o. Deseje a ele um Feliz Natal com Cristo.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Mudanças no Clero de Sobral

Na manhã do dia 17/12/16, durante o encerramento do encontro para discutir o Plano Pastoral, foi anunciado algumas transferências do Clero Diocesano.

Acompanhe a lista completa;

01. Monsenhor Rômulo, do Marco para Morinhos;
02. Pe. Nonato Timbó, de Ipu para o Marco;
03 Pe. Jacó, de Morrinhos para Varjota;
04 Pe. Eufrázio da Silva, de Varjota para Reriutaba;
05. Pe. Marcos Ribeiro. de Reriutaba para Mucambo;
06. Pe. Aristides, de Mucambo para Paróquia de Fátima/Sobral;
07. Pe. Antônio José, de Paróquia de Fátima para Groaíras;
08. Pe. João Oliveira, de Groaíras para Moraújo;
09. Pe. João Jesuíno, de Moraújo para Pacujá;
10. Pe. Berg. de Pacuja para Taperuaba;
11. Pe. Antônio Denílson, de Taperuaba para Coreaú;
12. Pe. Lucione Queiroz Holanda, de Coreaú para Catedral/Sobral;
13. Pe. Herlandino Sampaio, de Acaraú para Catedral/Vigário Paroquial;
14. Pe. João Batista Vasconcelos, da Catedral/Sobral para Ipu;
15. Diácono Elmir, de Moraújo para Ipu;
16. Diácono Valdir Braga, de Taperuaba para Coreaú;
17. Diácono Jocélio, Santana do Acaraú para Acaraú;
18. Pe. Marcos Uchoâ, da Catedral/Sobral para Aérea Pastoral de Celsolândia/Acaraú;
19. Pe. Assis Neto, Área Pastoral de Rafael Arruda/Sobral para futura Área Pastoral do Jordão/Sobral;
20. Pe. Eufrázio Pontes Ribeiro, Capelania de Nossa Senhora das Graças/Sobral para Área Pastoral de Rafael Arruda;
21. Pe. Lucas do Nascimento Moreira, de Ipu para Sumaré/Sobral e Capelania de Nossa Senhora das Graças/Abrigo;
22. Pe. Florêncio, de Coreaú para o Sumaré/Abrigo.

Que Deus de bondade abençoe à todos nesta em suas novas Paróquias e Áreas Pastorais.
Quem poderia dizer que seria a última Festa Eucarística com as crianças, no Processo de Iniciação a Vida Cristã. com a presidência do nosso Pároco, Padre Raimundo Nonato Timbó de Paiva. Hoje pela manhã ouvia suas brincadeiras, dizendo as coisas que não consegui fazer nestes anos todos. Gostaria de Dizer que o Senhor conseguiu fazer muita coisa, e coisas importantíssima para todos nós. Quando chegastes aqui, criança nem participava de Celebração Eucarística... Agora vemos estas crianças celebrarem, quase sem ajuda dos adultos. São frutos valiosíssimos.


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Primeira Eucaristia no dia da Imaculada Conceição

         Dia 8 de Dezembro de 2016, dia em que a igreja celebra a Imaculada Conceição, a Paróquia São Sebastião de Ipu celebra a Festa da Primeira Eucaristia de suas crianças, dentro do processo de Iniciação a Vida Cristã. Estas crianças passam 3 anos na catequese, com poucas exceções. O resultado é positivo, pois ao termino de cada turma contamos com crianças desejosas de continuar a servir sua igreja como discípulos mirins, quer seja na IAM (Infância e Adolescência Missionária), quer seja na própria catequese. Abrimos espaços para que elas possam ser catequistas mirins ou, ajudantes de catequese, a começar pela pré catequese, trabalhando com crianças de 7 anos.
São 31 Centros Catequéticos espalhados por toda a Paróquia. São 178 Catequistas, trabalhando de dois em dois assim como o Senhor Jesus ensinou. Ao todo acolhemos mais de 1000 crianças nas 3 fases durante o ano. Nesta festa trouxemos 328 crianças para fazerem sua Primeira Comunhão.

Foi uma festa maravilhosa. No Ano Santo da Misericórdia Divina, vimos as crianças bem celebrarem com pouca intervenção de adultos. Os catequistas estavam ao lado só para auxiliarem, mas não precisava interferirem em nada. Tudo isto são os frutos colhidos de uma catequese que inicia-se Aos 7 anos, aos 8 fazem o seu Rito de Admissão na Igreja com a acolhida do próprio Pároco, no encerramento do segundo ano faz o Rito de Passagem recebendo da Igreja o Credo e fazendo junto com os Pais a sua Profissão de Fé e, aos 10 anos se encontra com Jesus Eucarístico pela primeira vez na Festa da Imaculada. Durante os dois últimos anos de preparação, os que frequentam a catequese no centro da cidade, participam da missa da catequese que acontece todos os sábados as 16 horas na Capela da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora. Esta missa é solenizada pelas próprias crianças, que já fizeram sua primeira Eucaristia e outras que estão se preparando. Isto facilita a catequese.

A 10 anos ajudo a coordenar a catequese e sempre temos dificuldades com os cânticos pois, apesar de serem cânticos bonitos são muito difíceis de cantar. Com a força do Espírito Santo, aos poucos viemos corrigindo os erros cometidos nos outros anos. Agora podemos agradecer esta força incrível, manifestada nas crianças.

            Ainda está longe de fazermos a vontade de Deus, mas já posso dizer: Muito obrigado Senhor, por me deixar tentar. É muito gratificante ser catequistas. Não tenho as palavras certas para agradecer.
            A Celebração Eucarística foi Presidida pelo Pároco, Padre Raimundo Nonato e có-celebrada pelo Vigário Episcopal, Padre Lucas.
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domingo, 23 de outubro de 2016

A beleza também depende do que você usa

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

XIV Semana Catequética da Paróquia do Ipu

Tema: A Paróquia e a Iniciação a Vida Cristã.
                A Paróquia do Ipu reúne seus catequistas para a realização de mais uma semana catequética.
                A semana catequética é uma oportunidade de aprofundarmos o nosso conhecimento nos documentos da Igreja e na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É um momento oportuno para aprendermos fazendo com alegria, perseverança e esperança de que juntos, através de conhecimentos e práticas iluminadas pelo Espírito Santo, podemos transformar a nossa sociedade em uma sociedade mais justa e mais fraterna.
Nos últimos anos a catequese mudou significativamente e por mais que não queiramos precisamos mudar nossa maneira de pensar, de falar, de agir. Não é mais possível nos prendermos aos métodos tradicionais de fazer Catequese. O mundo está evoluindo muito rápido e a Igreja não pode parar. As tecnologias, os transportes e muitas outras coisas se desenvolvem tão rápido que em uma mesma geração quem não se renova acaba ficando ultrapassado! A única coisa que não avançou foi a espiritualidade do ser humano, pois a cada dia vemos mais depressivo, depreciado, afligido e incapaz, distante de Deus. E qual a razão de tudo isto? A briga entre si do ser humano.
A Catequese não pode ficar alheia a esta realidade. Jesus disse: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).  Penso que a catequese não seja uma tarefa opcional, mas, sim, uma missão imperativa, intransferível e inadiável. Antes o mundo não tinha Jesus por que ninguém o conhecia. Hoje, porque ninguém se entende.
Não basta aprender a doutrina, buscar os sacramentos... É necessário um mergulho no mistério, viver uma vida sacramental onde a presença de JESUS seja constante. Não se trata, portanto, de “aprender coisas”, mas de aderir a um projeto de vida e este projeto de vida chama-se “Vida Cristã”.
Não é uma nova catequese que precisamos. O que precisamos é uma nova maneira de catequizar. O que é mais impressionante é que a nova maneira de catequizar para nós é um resgate do estilo catecumenal vivido pelos primeiros cristãos. Pode ser novo para nós, mas, para a igreja é o modelo adequado e vivido pelos cristãos desde os primeiros séculos.
A XIV Semana Catequética aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de agosto, na semana das vocações laicais culminando com o dia dos catequistas.
No dia 26 fizemos a abertura com uma rápida leitura memorial dos últimos 10 anos em que esta coordenação atual na catequese Paroquial. O Pároco, Padre Raimundo Nonato assumiu a direção do encontro iniciando com uma manhã de espiritualidade. Os Destaques desta manhã de espiritualidade foram O ser do catequista como vocação e ministério; o saber e o saber fazer; o compromisso do catequista; e por fim alguns pontos de reflexão como: Que tipo de catequista eu sou? Qual quero ser? Foi apenas uma manhã, mas um combustível necessário na espiritualidade dos nossos catequistas. Despertou nossa sensibilidade para a riqueza que iriamos receber.
Na parte da tarde do mesmo dia o Padre Nonato fez uma abordagem da catequese tradicional nos falando da formação das famílias em nossa região, as mudanças nos atos familiares diante do processo de industrialização e os afetos causados nos relacionamentos, atualizando a história da igreja até os dias de hoje. Falou da velocidade com que as informações são processadas, as verídicas e as falsas, o perigo de quem não se atualiza e a mudança drástica na maneira de catequizar para quem não quis acompanhar o novo do Espírito Santo. Na verdade a catequese ainda continua exatamente como Jesus nos ensinou. Nós é que ficamos viciados nas dificuldades vividas pelos nossos antepassados.
No dia 27 nosso Pároco fez uma abordagem experiencial da catequese renovada, documento 26 da CNBB, modelo de catequese ainda hoje vivida em todo País. Não dava para fazer um estudo do documento inteiro por isso, ele fez um breve resumo dos pontos básicos, colocando em destaque os rumos, princípios, exigências, temas e perspectivas da catequese; a afirmação é de que a catequese é um processo de educação comunitária; a certeza de que ela é permanente, progressiva, ordenada, orgânica e sistemática da fé; mostrou a finalidade da catequese é a maturidade da fé, já na terra e termina na eternidade; a obrigação de invocarmos sempre o Espírito Santo, primeiro agente da Evangelização e a necessidade de pedirmos a proteção materna de  N. S. Aparecida, grande catequista, aquela que sustenta a fé e a esperança do povo.

No final da tarde celebramos com nossos catequizandos na capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.
Dia 28 foi entregue o V capítulo do documento 97, estudo da CNBB para o processo de Iniciação a Vida Cristã. Fez uma breve explanação, despertando a curiosidade para uma leitura aprofundada por parte dos catequistas.
Com uma pequena participação de minha parte, juntos atualizamos o documento catequético dos nossos grupos de catequese. Este documento você pode ver neste link Catequese de Iniciação a Vida Cristã na Paróquia São Sebastião no Ipu


Comemoramos o dia do catequista e consecutivamente 10 anos com a mesma coordenação. Já foram muitas vitórias! O bom é que após cada formação como esta eu descubro que ainda temos muito o que fazer.
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quarta-feira, 16 de março de 2016

Música - Glória- Missa da Catequese - Tempo da Páscoa


Glória

1. Glória a Deus, o Criador. Rei dos céus, a ti louvor 
És bendito e adorado, Poderoso Pai amado!

REF.: E muita paz na terra aos seus amados! (bis)

2. Jesus Cristo, ó Senhor, És o Santo, o Salvador. 
Filho único exaltado E Senhor ressuscitado.

3. Filho de Deus, piedade, Ouve-nos por caridade. 
Com o Espírito Divino Glória sempre ao Deus Trino.


Missa da Catequese - Glória - Tempo Pascal
Crianças e catequistas, aprendam esta música - Tempo da Páscoa - Perdão - Veja letra e partitura aqui
Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Segunda, 14 de março de 2016
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segunda-feira, 14 de março de 2016

Música - Perdão - Missa da Catequese - Tempo da Páscoa


AS CRIANÇAS CANTAM A PÁSCOA E PENTECOSTES 
PEQUENOS CANTORES DE CURITIBA – Vila Verde – PR
Regência: Ir. Custódia Maria Cardoso - CIIC

1. Jesus queremos pedir: 
Fique sempre bem perto de nós o teu perdão. 

REF.: Senhor, cuida de nós! Senhor, cuida de nós! 
Senhor, piedade de nós! (bis)

2. Ó Cristo, queremos ouvir 
A Palavra que ensina a amar Deus no irmão.

3. Jesus, queremos seguir 
O caminho que leva à vida, à ressurreição.

Crianças e catequistas, aprendam esta música - Tempo da Páscoa - Perdão - Veja letra e partitura aqui

Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Segunda, 14 de março de 2016

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domingo, 13 de março de 2016

Música - Entrada - Missa da Catequese - Tempo da Páscoa

CD AS CRIANÇAS CANTAM A PÁSCOA E PENTECOSTES 
PEQUENOS CANTORES DE CURITIBA – Vila Verde – PR - Regência: Ir. Custódia Maria Cardoso - CIIC


Cânticos para a Missa da Catequese - Tempo da Quaresma - Ofertório - Veja letra e partitura aqui
Publicado por Cânticos Litúrgicos para missa da Catequese em Domingo, 13 de março de 2016

Ref.: Hoje é dia de festa e alegria!
Vem cantar, vem cantar:
É a festa da ressurreição!

1. O mais santo de todos os dias
É a Páscoa da ressurreição!

2. A vitória de Cristo Jesus,
Do amor, da justiça e perdão.

3. Este dia é promessa de vida,
Muita paz venha ao teu coração.

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sexta-feira, 11 de março de 2016

As Obras de misericórdia espirituais

Obrigado, meu Jesus, porque quiseste fazer--te perfeito Homem, com um Coração amante e amabilíssimo, que ama até à morte e sofre; que se enche de júbilo e de dor; que se entusiasma com os caminhos dos homens, e nos mostra o que nos leva ao Céu; que se sujeita heroicamente ao dever, e se guia pela misericórdia; que vela pelos pobres e pelos ricos; que cuida dos pecadores e dos justos...
Obrigado, meu Jesus, e dá-nos um coração à medida do Teu!
S. Josemaria, Sulco, 813

As Obras de misericórdia espirituais: breve explicação

1) Dar bom conselho
Um dos dons do Espírito Santo é o dom do conselho. Por isso, quem desejar um bom conselho deve, primeiramente, estar em sintonia com Deus, pois não se trata de dar opiniões pessoais, mas de aconselhar bem a quem necessita de um guia.

2) Ensinar os ignorantes
Consiste em ensinar os ignorantes em qualquer matéria: também sobre temas religiosos. Este ensino pode ser levado a cabo através de escritos ou da palavra, por qualquer meio de comunicação ou diretamente.
Como diz o Livro de Daniel, “os que ensinam a justiça ao povo, brilharão como as estrelas pela eternidade sem fim” (Dan 12, 3b).

3) Consolar os aflitos
O consolo para o triste, para aquele que passa por alguma dificuldade é outra obra de misericórdia espiritual.
Muitas vezes, irá a par com dar algum bom conselho que ajude a superar essas situações de dor ou tristeza. Acompanhar os nossos irmãos em todos os momentos, mas principalmente nos mais difíceis, é pôr em prática o comportamento de Jesus que se compadecia com a dor alheia. Um exemplo vem no evangelho de S. Lucas. Trata-se da ressurreição do filho da viúva de Naim: “Quando estavam perto da porta da cidade, viram que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva; e, a acompanhá-la, vinha muita gente da cidade. Vendo-a, o Senhor compadeceu-se dela e disse-lhe: «Não chores.» Aproximando-se, tocou no caixão, e os que o transportavam pararam. Disse então: «Jovem, Eu te ordeno: Levanta-te!». O morto sentou-se e começou a falar. E Jesus entregou-o à sua mãe” (Lc 7, 12-16).

4) Corrigir os que erram
Esta obra de misericórdia refere-se acima de tudo ao pecado. De facto, outra maneira de formular esta obra é: Corrigir o pecador.
A correção fraterna é explicada pelo próprio Jesus no evangelho de S. Mateus: “Se o teu irmão pecar, fala com ele a sós para o corrigir. Se te escutar, ganhaste o teu irmão” (Mt 19, 15-17).

Devemos corrigir o nosso próximo com mansidão e humildade. Muitas vezes será difícil fazê-lo, mas, nesses momentos, podemos lembrar-nos do que diz o apóstolo S. Tiago no final da sua Carta: “aquele que converte um pecador do seu erro salvará da morte a sua alma e obterá o perdão de muitos pecados.” (St 5, 20)

5) Perdoar as injúrias
No Pai Nosso dizemos: “Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”, e o mesmo Senhor esclarece: “se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas” (Mt 6, 14-16).
Perdoar as ofensas superar a vingança e o ressentimento. Significa tratar amavelmente a quem nos ofendeu.
O melhor exemplo de perdão no Antigo Testamento é o de José, que perdoou aos irmãos o terem tentado matá-lo e depois vendê-lo. “Não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós próprios, por me terdes vendido para este país; porque foi para podermos conservar a vida que Deus me mandou para aqui à vossa frente” (Gen 45, 5).
E o maior perdão do Novo Testamento é o de Cristo na Cruz, que nos ensina que devemos perdoar tudo e sempre: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23, 34).

6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
A paciência face aos defeitos dos outros é virtude e é uma obra de misericórdia. No entanto, há um conselho muito útil: quando o suportar esses defeitos causa mais dano que bem, com muita caridade e suavidade, deverá fazer-se uma advertência.

7) Rezar a Deus por vivos e defuntos
S. Paulo recomenda rezar por todos sem distinção, também por governantes e autoridades, pois “Ele quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (ver 1 Tm 2, 2-3).

O Papa Francisco pede a todos os cristãos e às pessoas de boa vontade que rezem especialmente pelos cristãos perseguidos. Podemos examinar-nos como secundamos este desejo do Papa, para que os nossos irmãos na fé sintam o consolo da nossa oração.
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As Obras de misericórdia corporais

As Obras de misericórdia corporais: breve explicação

S. Mateus apresenta a narração do Juízo Final (Mt 25, 31-36). Naquele tempo Jesus disse aos seus discípulos: “Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos. O Rei dirá, então, aos da sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo. Então, os justos vão responder-lhe: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?’ E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: ‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes. Em seguida dirá aos da esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me. Por sua vez, eles perguntarão: ‘Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?’ Ele responderá, então: ‘Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer”. Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.”

1) Dar de comer a quem tem fome e 2) dar de beber a quem tem sede.
Estas duas complementam-se e referem-se à ajuda que devemos disponibilizar em alimentos e outros bens aos mais necessitados, àqueles que não têm o indispensável para comer em cada dia.
Jesus, segundo o Evangelho de S. Lucas , recomenda: “Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos faça o mesmo” (Lc 3, 11).

3) Acolher os peregrinos.
Em tempos antigos dar pousada aos viajantes era um assunto de vida ou de morte, pelas dificuldades e riscos das caminhadas e viagens. Não é o normal hoje em dia. Mas, mesmo assim, poderia acontecer recebermos alguém em nossa casa, não por pura hospitalidade de amizade ou família, mas por alguma verdadeira necessidade.

4) Vestir os nus.
Esta obra de misericórdia dirige-se a aliviar outra necessidade básica: o vestuário. Muitas vezes é-nos proporcionada com as recolhas de roupa que se fazem nas paróquias e noutros centros. Ao entregar a nossa roupa é bom pensar que podemos dar o que nos sobra ou já não nos serve, mas também podemos dar do que ainda nos é útil.
A carta de S. Tiago propõe-nos sermos generosos: “Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: «Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome», mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará?” (St 2, 15-16).


5) Cuidar dos doentes
Trata-se de uma verdadeira atenção para com os doentes e idosos, tanto no aspeto físico, como em lhes proporcionar um pouco de companhia.
O melhor exemplo da Sagrada Escritura é o da parábola do Bom Samaritano que curou o ferido e, ao não poder continuar a cuidar dele diretamente, confiou os cuidados que necessitava a outro em troca de pagamento (ver Lc 10, 30-37).

6) Visitar os presos
Consiste em visitar os presos e prestar-lhes não só ajuda material, mas também assistência espiritual que lhes sirva para melhorar como pessoas, emendar-se, aprender a desenvolver um trabalho que lhes possa ser útil quando terminarem o tempo que lhes foi imposto pela justiça, etc.
Significa também resgatar os inocentes e sequestrados. Em tempos antigos os cristãos pagavam para libertar escravos ou se trocavam por prisioneiros inocentes.


7) Enterrar os mortos
Cristo não tinha lugar onde repousar. Foi um amigo, José de Arimateia, que lhe cedeu o seu túmulo. Mas, não apenas isso, teve a valentia para se apresentar ante Pilatos e pedir-lhe o corpo de Jesus. Nicodemos também participou e ajudou a sepultá-lo. (Jo 19, 38-42)
Enterrar os mortos parece um mandato supérfluo, porque, de facto, todos são enterrados. Mas, por exemplo, em tempo de guerra, pode ser um mandato muito exigente. Por que é importante dar sepultura digna ao corpo humano? Porque o corpo humano foi morada do Espírito Santo. Somos templos do Espírito Santo (1 Cor 6. 19).
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O que são e quais são as obras de misericórdia.

              Nós, Cristãos precisamos descobrir o mistério da misericórdia. Ele é fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado” Papa Francisco, Bula Misericordiae Vultus.
            As obras de misericórdia são as ações caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem teto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus.
Catecismo da Igreja Católica, 2447.

                  É meu vivo desejo que o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemos ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.
Papa Francisco, Bula Misericordiae Vultus.

                      A misericórdia não se limita a uma simples atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a superabundância da caridade que, ao mesmo tempo, traz consigo a superabundância da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e divinamente repassado por um amor rijo, sacrificado e generoso. Assim glosa S. Paulo a caridade no seu canto a esta virtude: A caridade é paciente, é benéfica; a caridade não é invejosa, não atua precipitadamente; não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não pensa mal dos outros, não folga com a injustiça, mas compraz-se na verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
S. Josemaria, Amigos de Deus, 232
                
                            São 14 as obras de misericórdias, sendo que 7 são espirituais e 7 corporais. Para conhecer melhor clique em cada uma.

a) Obras de Misericórdia corporais
1-Dar de comer a quem tem fome;
2-Dar de beber a quem tem sede;
3-acolher os peregrinos;
4-vestir os nus;
5- visitar os doentes; 
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